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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Serasse é hora de dar tchau?

Reprodução: Frame de "Thank U, Next" - Ariana Grande

É incrível como eu tenho 0 jeitos de colocar o famigerado ponto final nas coisas que precisam ser encerradas na minha vida. Eu até faço isso, mas por puro acaso que eu acho que é fruto do alinhamento planetário que colabora para que as coisas se concluam por si só. Porque quando sou euzinha quem precisa fazer o "thank u, next", é de praxe começar uma odisseia que sempre (seeeeempre) dá ruim.

E isso acontece (suponho eu) por conta da minha indecisão. Eu sempre fico num eterno "serasse" até que a vida me mostra que, mais uma vez, eu perdi o time.

Daí, agora que estou na vibe "o que eu preciso aprender com tudo isso que estou vivendo?", eu fico muito focada em achar padrões de comportamentos só para falar "a-haaaaaaaa, é isso". E o clichê é que tenho notado esses padrões na área mais badalada da vida de toda capricorniana: o trabalho.

Novamente Andressa está com dois empregos e dispostíssima a viver sua melhor versão de Julius. Só que, analisando meu histórico proletário, as coisas sempre caminham para essa conjuntura onde eu tenho que decidir se me equilibro entre duas firmas ou se faço a fina no adeus para manter as portas abertas. O ponto é que nem sempre eu quero manter as portas abertas. Tem portas que eu gostaria de trancar e tacar a chave fora, simples assim. Mas eu fico sendo política, disponível e me desdobro pra parecer grata pela oportunidade.

A questão é que agora eu sinto que vai dar bom apesar de meu sensor de alerta gritar "eeeeeeeei, olha o padrão. Sai vazada". Eu sinto que finalmente vai rolar de forma tranquila, mas fico com medo porque tenho um TCC pra entregar nesse semestre, além de vários projetinhos pessoais que estou arredondando na minha cabeça.

Fico com esse questionamento: esse padrão quer me mostrar que eu preciso parar de fazer esses malabarismos com meu tempo ou aprender um jeito de vivenciar isso? 

O fato é que dar goodbye quando a situação não é do tipo "okay, Andressa, realmente isso precisa ser encerrado já!!!" é um desafio pra mim.O jeito é ver como as coisas vão acontecer dessa vez e ficar alerta com meu bloquinho de notas para garantir que dessa vez eu vou aprender o que eu preciso

domingo, 2 de abril de 2017

Expectativa vs. Realidade


Hoje eu tenho realmente muita coisa pra fazer. Mas com hoje eu não quero dizer apenas hoje, quero dizer nessas últimas semanas e nas próximas.

Geralmente as minhas coisas se separam eu duas colunas:
A - aquelas que eu quero fazer (lista enorme)
B - aquelas que eu realmente faço (nessa lista ficam as coisas mais essenciais e básicas)

Entretanto, nesse mês de março notei que fiz algumas daquelas coisas que nunca eram executadas e que há meses estavam na lista A. Eis a razão de ser deste post.

Se eu estou feliz? Digamos que sim. A felicidade não é completa porque ainda tenho coisas essenciais que precisam ser finalizadas - então estou naquela fase em que eu acordo ansiosa por conta das horas que perdi dormindo. Acontece. Coisa normal da vida. Mas vamos dar uma pausa nesse turbilhão e comemorar os feitos - e os não feitos também, até porque se eles fossem feitos as implicações futuras poderiam afetar esse balé coreografado que foi minha rotina de março. Bora pro balanço

YES, WE CAN: A fase da empolgação

Bullet Journal
Eu quis fazer muitas coisas em março. E uma delas foi manter o bullet journal como um bullet journal deve ser. Esse nível não foi alcançado, so sorry. Temos justificativa? Temos, e é: eu tenho o hábito de separar 'dias' pra mexer no bujo. Não consigo ser essa pessoa organizada que planeja a semana, o dia etc. Comigo há épocas em que eu planejo o semestre ou então sumo e faço listas no celular, papel de pão, anotações na mão e depois junto tudo pra repassar pro bujo. Tô errada? Ok, tô. Mas meu jeito de ser já é errado e não dá pra fazer milagre.

Eventos
Em março eu também quis ser uma pessoa mais social, digamos. Marquei os eventinhos que eu queria ir, tudo cult, intelectual, acadêmico, porque, né, se é pra sonhar que o sonho seja alto. Fui em algum deles? Não fui, mas tenho justificativas. Nos dias em que aconteceram os eventos que eu queria ir, eu estava multiplicando as horas pra poder entregar as coisas da faculdade, ler os textos e tudo o mais. Daí, é aquela velha história da balança: se vale mais ser uma pessoa com vida social ou aquela acadêmica que entrega as coisas, lê os textos e vai às aulas. 

Coral
Esse é um daqueles itens que desde o começo a gente sabe que não vai rolar. Não que não haja voz, há voz. Poderíamos estar aí com carreira internacional que nem a Anitta - ou não, porque a Anitta marca presença nas redes sociais, dá show, faz festa temática. Ok, poderíamos estar aí encantando os amigos com a nossa voz. Mas é aquela velha questão do foco. Estar no coral foge totalmente do que eu quero agora, embora estar lá talvez fosse legal.

Idiomas
Esse mês estava marcado como aquele em que eu daria um up no italiano, mas não rolou. Não rolou por motivos que envolvem o comprometimento integral do sábado. E como eu planejo comprometer o dia do descanso com outras atividades, não deu pra radicalizar nesse ponto. Mas espero que esse up aconteça ainda nesse semestre.

MALFEITO FEITO: Bem ou mal, finalizamos

Fragmentado
O que dizer desse filme que eu vi na data de estreia sentada entre dois casais? Vamos começar dizendo que eu toparia pagar pra ver de novo, mas que isso não vai acontecer por motivos de agenda comprometida. Ele foi o primeiro filme que me levou ao bloco de notas para anotar as impressões. Estou recomendando pra todo mundo.

Textos
Havia duas anotações que se repetiam na minha lista 'to do' desde dezembro do ano passado. E me orgulho de anunciar que ambas foram cumpridas com sucesso em março, esse mês que eu aprendi a amar. A primeira anotação era referente à Revista Pólen e eu consegui enviar o texto 5 dias antes do prazo terminar (leia aqui essa belezinha). A segunda era sobre o Foca na Imprensa, do Portal Imprensa. Consegui enviar o texto 1 hora antes do prazo terminar, mas o que vale é  o envio em si, certo? Sem link ainda, mas vamos torcer.

Livros - lidos e comprados
Em março eu desacelerei um pouco o ritmo da leitura e consegui finalizar apenas três livros: Os crimes do ABC, da Agatha Christie; Crônica de uma morte anunciada, do Gabo; e As mil e uma noites (em outro post falo mais desse projeto e dos oito livros que compõem a coleção). Já na relação de comprados eu me perdi totalmente. Comprei muito livro no sebo. Vou elencar aqui os que eu lembrar agora porque eles estão espalhados pela casa: Mrs. Dalloway, da Virginia Woolf; 1Q84 vol 2, do Haruki Murakami; Biografia do Saramago; Seis personagens à procura de autor, do Pirandello; As filhas da Princesa, da Jean Sasson; e Cuca Fundida, do Woody Allen. Acho que é isso.

NÓIS TRUPICA, MAS NÃO CAI: Bota fé que vai

Iniciação Científica
Estamos naquela fase de pré-projeto, o prazo batendo na porta, os professores que a gente não encontra na faculdade, mas tudo está indo. Temos prazo, apesar de pouco, e fé.

Repórter do Futuro
Passei meses entrando religiosamente no site da Câmara, no da Abraji e do Oboré pra não perder o prazo. Se eu soubesse que uma alma boa e caridosa mandaria um aviso por e-mail, talvez esses meses passados tivessem sido vividos com mais paz de espírito. Agora é esperar pra ver se rola de passar pelo crivo.

Curso inspirado em Black Mirror
Perdi o prazo das inscrições, mas vi que vai rolar transmissão ao vivo pelo Facebook. Tomara que role de eu ver nessa leva do online. (Interessados em saber do que se trata, favor clicar no link. Adianto que é legal tanto pra quem é de comunicação quanto pra quem curtiu ver o seriado).

Projeto 5 on 5
Quando vi o convite em um dos grupos que eu participo no Face, eu logo me empolguei. Não sabia bem como era, mas a Vitória Bruscato do Cheiro de Pipoca explicou e a animação só fez aumentar. Ela, eu e mais três blogueiras vamos postar novidades nesse dia 05. Aguardem (hahaha aquelas, fazendo a misteriosa).

Séries
Retomei Gilmore Girls e é com orgulho que informo que estou na sexta temporada. Cada vez mais perto pra ver o revival, yep. Espero que no futuro eu me atualize em Grey's Anatomy (parei na décima temporada) e Glee (nem lembro mais, Netflix é que sabe). [Gente, o que eu tenho com série com a letra "G"? A única que terminei até hoje foi Gossip Girl. Pasma!]. Enfim, se a vida colaborar, espero começar Mad Men e, quem sabe, tomar vergonha na cara pra comprar um DVD e o box de Big Love - já que não existe na internet rastro dessa série. E cá entre nós, às vezes me pego pensando em ver The Twilight Zone...

ISSO É TUDO, PESSOAL

E hoje ficamos por aqui. Mais de 1 hora digitando como se eu não tivesse nada pra fazer - o que é um engano. Agora que caiu minha ficha que hoje é 2 de abril. Ainda bem que não postei ontem porque pirigava do post perder a credibilidade.

Pra terminar, não esqueçam que dia 31 de março completamos 53 anos do golpe militar. Fiquem ligados na programação do Memorial da Resistência pra refletir sobre esse acontecimento na nossa história.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Desabafo

Na boa, gata. Melhor ficar na sua.
Ela é horrível. E tem dias que nasce em mim um grito que vem tão de dentro, que tudo o que eu penso é em como eu vou parecer louca quando eu explodir gritando: AHHHHHH, VOCÊ É HORRÍVEL!!!!

De verdade, ela é horrível. Ela me irrita. Contando todos os problemas e as dores, confiando fácil demais, aceitando conselhos fácil demais, rindo fácil demais. Essa ingenuidade humana nela me irrita, sério.

Ela vem com aquele jeito todo amigável, mas fecha a cara totalmente quando fica brava. E o pior é que ela não fala o que é, o que só aumenta a minha vontade de gritar, de espernear, de xingar e de bater as coisas. Mas eu me controlo.

Ela oferece tudo, tudo ela quer dividir: as comidas, os problemas, as dicas de como prender os cachos. Sério, vou perder a linha com essa garota.

E quando ela se irrita, então? Ela bate as coisas, xinga alto, bate telefone, bate porta, bate pé, taca caneta na mesa. Sério, é o caos. Mas o pior é quando ela digita calmamente depois de ter levado o maior esporro, como se nada tivesse acontecido a ponto de tirar seu eixo da órbita. Nossa, isso me tira toda a paciência! E essa calma externa que você pensa que é dela, não é dela coisa nenhuma. A espertinha reserva esse estereótipo de inabalável pra plateia, pra quando ela tá em público, porque quando ela tá sozinha, ela é outra. Eu juro, nunca vi tanta dissimulação em um só ser humano na minha vida. NUNCA!

Eu já disse que ela é horrível? Fala uma coisa em um minuto, no outro já fala e faz o contrário. Diz que não vai confiar mais, já tá confiando. Diz que tá cansada, que já deu, mas no fim das contas, não tá cansada merda nenhuma. Só tá sendo chata pra caramba.

E o pior é que ela não desgruda de mim. De repente, deu pra querer até me entender, é mole? Tô dizendo, ela é horrível! Não aguento, sério.

Juro que qualquer dia desses vou dizer umas poucas e boas pra ela. Na cara dela. Eu vou. Não acredita? Tô falando que eu vou dizer. Eu vou chegar na frente da merda do espelho e dizer: garota, você é chata pra porra!

sábado, 26 de março de 2016

Pequenos causos dos dias passados

Muito café coado nesse tempo de ausência

Tanta coisa aconteceu desde o último post - inclusive o rascunho de alguns textos com pretensão de serem publicados aqui. E, nesse meio tempo, eu baixei a bola e, mais uma vez, releguei o blog ao patamar de 'bloguinho das coisinhas diárias'.

Pois é, ele será apenas isso. Um lugar de desabafos e experimentações ~compartilháveis~. Quanto aos devaneios mais sigilosos que aspiram à notoriedade (oi??) da internet, estes continuarão na minha mente e naquele cantinho que eu só eu sei onde é e que não almejo compartilhar com o mundo, brigada.

Na verdade, esse post não pretende instigar teorias conspiratórias, Longe disso. Ele é apenas uma tentativa de organizar os anseios. Os meus, óbvio.

A verdade é que eu tenho feito coisas - bastante coisas, até -, mas não posso ficar quieta porque me parece que a vida está vaga.

Sim, eu não tenho postado, mas tenho feito coisas do tipo:

- Gravar vídeos desfocados;
- Tentar registrar minimamente as manifestações políticas ao meu redor;
- Me expressar diante da câmera do celular dizendo algo intelectualmente relevante;
- Planejar, escrever, editar e diagramar uma revista literária;
- Ir às aulas e fazer grande parte dos meus trabalhos feat apresentações em dia;
- Ler (até que pra fevereiro e março eu li relativamente bem mais do que nos últimos anos);
- Atualizar um site com uma frequência razoável, embora questionável;
- Ir à festas de 18 anos;
- Deixar de assistir séries de forma involuntária.

Este, claro, é um resumo bem por cima, mas que caracteriza bem meus últimos meses.

Fora isso, levei aquela rasteira da internet quando, há poucos dias atrás, notei que um ser humano havia me mandado uma mensagem em dezembro do ano passado dizendo que havia gostado muito do meu blog e que precisava falar comigo.

Me sentindo o pior dos seres humanos pela demora em notar o e-mail, eu abri e mensagem e a li. O conteúdo, para meu desprazer, de nada destoava de várias mensagens que a mesma pessoa havia enviado para muitos outros blogs - inclusive com os mesmos elogios vazios. Um spamzinho tão comum nos dias atuais. Normal da vida.

Depois desse leve choque de realidade, resignei-me de vez ao meu lugar na blogosfera. Sem aspirações ou pretensões. Bora tocar o barco com um post de cada vez.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Me desculpem, eu estou julgando

Foto para provar que: 1. Não faço a unha e 2. Encasqueto com foto alheia quando as minha próprias têm problemas
Eu prometi para mim mesma - e essas são as primeiras promessas que eu costumo quebrar. Será que alguém de psico me explica? - que manteria uma rotina "de blogueira": postaria com frequência e responderia aos comentários. Mas eu fiz isso? Não, eu não fiz.

Como lidar? São quantos comentários? Uns 5, no máximo e chutando alto. Mas parece que eu tenho um problema sério com o tempo. Ele passa e eu penso: sério que postei isso há mais de x dias??? Não creio. Enfim, tenho respondido aos comentários mentalmente porque é assim que eu sou. Eu respondo pra mim mesma e esqueço que alguém espera resposta. Nessas horas vocês devem se perguntar: por que Jornalismo, criatura??? (Não vou responder isso hoje porque esse post só vai existir se for estilo fluxo do pensamento, já saquei isso).

Eu vim postar esse texto estranho porque quero espantar as moscas, então quando comecei a escrever o post me dei conta de que estou julgando e-x-t-r-e-m-a-m-e-n-t-e as fotos alheias que encontro pelas redes sociais. Depois das aulas de fotografia que tive, me pego pensando: nossa, como essa foto tá borrada, mal enquadrada, escura etc. Parece uma neura, parece que desenvolvi uma espécie de TOC. E olha quem julga: a garota que não sabe focar. pausa para rir alto.

Gente, sou a pior pessoa pra julgar qualidade de foto alheia. Meu foco é estrábico, eu sou muito míope, sério. E por que isso? Pra que isso?

Não sei. Eu não me entendo, confesso. Eu olho fotos borradas e começo a divagar: nossa, será que ele não quis congelar o movimento?, será que tava escuro?, ou foi do celular e borrou? Aff, tô neurótica.

Alguém por favor, me lembre que existe coisa mais relevante que julgar foto alheia. Por que eu não olho as fotos e penso: "Nossa, essa pessoa curtiu o momento e nem se preocupou com pose. Isso é viver"??

Mas quando eu enveredo por esse caminho, parece que eu puxo a cordinha dos pensamentos todos. Será que eu vou terminar o livro do clube até domingo? É melhor eu chegar atrasada no encontro e ir lá na tal feira antes? O que eu levo de lanche, Meu Deus? Por que pensou tantas perguntas e não deixo espaço pra algumas respostas? Por que penso tantos "por quês"???

Talvez essas sejam as dúvidas existenciais que couberam a mim.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Drummondiando a flor


Sou daquelas pessoas desligadas. Para quem me conhece, essa minha declaração logo resulta na seguinte pergunta: por que, então, jornalismo? Mas não vamos enveredar por esse caminho neste post; atenha-se ao fato de eu ser deligada, ok?

Coisas passam totalmente despercebidas para mim e, em consequência disso, eu levanto questionamentos desnecessários muitas vezes. Como, por exemplo, a vez em que eu andei mais de 1000 números numa avenida para chegar na faculdade e, só então, um ser iluminado me esclarecer que havia acabado a luz. O diálogo foi mais ou menos assim: 

—  Acabou a luz na região, você percebeu? —  não havia ironia na pergunta, garanto.
—  Sério? — minha resposta/pergunta usual para demonstrar espanto
—  Cê não viu os semáforos sem funcionar? 
—  Aaaahh! Por isso estava aquela bagunça toda no trânsito. —  respondo com entonação de quem constatou algo.

Esse é só um exemplinho bobo, mas, confesso, revela muito sobre minha personalidade. A questão é que eu caminho olhando tão para dentro de mim, dos meus pensamentos, que me desligo do mundo. E, sim, isso já me rendeu assaltos (do verbo roubar, no sentido de eu ser a pessoa roubada na história).

Logo, devido a minha leseira, vocês devem concluir o tempo que levou para eu me dar conta de que uma flor crescia no meu quintal asfaltado/cimentado. E, lógico, o quanto eu fiquei intrigada por constatar esse cenário drummondiano praticamente debaixo do meu varal.

O mais bizarro é que toda essa conotação de esperança que envolve a flor faz total sentido no estágio atual da minha. Por que, então, não dar à flor a importância que ela merece? Gente, uma flor nasceu no meu quintal! E não foi em um lugar reservado para flores crescerem, não. Foi tipo uma intrusão que palavra horrível mesmo. 

Não sei se uma flor nasceu no seu também e você, simplesmente, deu de ombros. Acontece que não sei priorizar e isso é notícia no meu mundo. Acontece também que acho minha flor lindíssima. Meio desengonçada, mas linda. 

Não sei quanto tempo ela vai durar ali, mas gostaria que fosse eterna, pequena e destemida. Gostaria que fosse eternamente essa flor, sem jamais mudar. E meu dei conta das pretensões que tenho para essa flor enquanto a observava esta semana. Drummond dedicou um poema a sua flor. Eu dedico esse post a minha.