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domingo, 10 de outubro de 2010

Não sou melhor que minha mãe...



Não, não sou melhor que ela e também não sou melhor que muita gente que eu adoro criticar. Mesmo assim, critico. Pode-se até dizer que sou pior que ela e toda essa gente. Sou.

E venho aqui esclarecer isso antes que me ponham alva metida em vestes de santa. As palavras não são boas, nem adequadas, mas são essas.

E antes que algum de vocês intervenha nessa minha confissão com um "Não é isso que viemos aqui ler, querida!", usando de um tom aparentemente calmo que me deixe beirando a insanidade, eu declaro que é exatamente sobre isso que eu venho escrever.

Ah, e antes que você ouse pensar que minha declaração inicial vale somente para essa pessoa farsante que vos escreve, eu te descerei de seu pedestal, leitor. E se você ousar perguntar "Ah, mas por que escreves assim, dessa maneira tão grotesca?", eu faço o favor de te responder. Porque eu não quero que você se perca em lapsos e esqueça de tentar encontrar algo que te assemelhe a mim...
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Ainda mais quando esse algo que nos une é tão malvisto, não?

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Devaneios de uma adolescente... (VI)

CAPÍTULO 6 - Aos leitores, uma explicação...

O que se escreve quando outra coisa toma sua mente por completo? Mesmo que essa coisa não tenha a mesma importância pra você, leitor, gostaria de compartilhar minha angústia do momento. Sim, eu o perdi! Ah, isso me estraçalha a alma. Tudo bem, tudo bem, eu sei que foge à narrativa, porém, como podemos contar histórias passadas quando histórias presentes nos afetam?

Ele estava comigo, era meu e, agora, talvez esteja perdido para sempre! Para sempre!
Oh, você compreenderá que essa expressão pesa muito quando ainda se é adolescente. Pra sempre é uma eternidade. Mas eu tenho, tive e terei muitas e muitas eternidades, muitos "para sempre"... você também.

Bom, chega de chateá-lo com minhas bobagens. Perdeu-se e pronto! O que posso fazer? Angustiar-me? Já o fiz. E muito. Prometo que continuo a narrativa noutro momento. Agora, vou correr para Lizzie. Ela sim, como sempre, me fará rir dessa situação. Até o próximo capítulo menos conturbado.