domingo, 5 de setembro de 2010

Querer...



O que eu quero agora é simplesmente o impossível. E, mesmo assim, eu insisto em querer. Porque o que eu quero agora nem eu mesma sei definir. Só sei que eu quero. Eu quero ao som dessa música viver eternamente, o eterno durar da melodia. Não importa quantas vezes terei de repetí-la de novo e de novo até criar o meu "para sempre". Ela será eterna, enquanto durar a minha necessidade de tê-la, de depender dela.

Eu quero intensidade de tudo. Quero a intensidade do drama, da tristeza, do amor, da paz, do silêncio, da agitação. Não me importo em ser contraditória. Quero opostos, e daí? Quero ser antenada. Em mim mesma. Fica agora a oportunidade de esclarecer meu pseudônimo. Eu quero o que me atrai.

Eu quero que as entrelinhas gritem o que eu quero dizer. Quero as reticências guardiãs dos meus mistérios. Eu quero o jogo das esfinges.
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Nada, no entanto, diz por completo tudo o que eu quero. Tenho que me contentar com o favor que as palavras me fazem...

Um comentário:

  1. Oi Antenada. Queria te agradecer pelo seu comentário no meu blog "O grito de Fernanda". Só hoje que vi seu comentários sobre o meu texto a respeito das origens do meu feminismo (pro concurso do blog da Lola). Ainda sou meio inexperiente com essas ferramentas de blog e não sabia como ser notificada dos comentários ou como mandar um comentário de volta. Aí decidi entrar no seu blog e postar essas linhas.

    Muito obrigada de coração...Dei uma sumidinha na última semana pois estava viajando, mas espero que você curta os outros posts que escreverei no futuro. Tem um post novo hoje lá...

    Um beijo de Londres...

    Fernanda

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